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Um dos maiores compromissos da Volkswagen é criar carros que sejam, cada vez mais, eficientes tanto em desempenho dinâmico como em sua relação com o meio-ambiente. Os veículos da marca mais avançados nesse sentido estão agrupados globalmente sob a designação BlueMotion Technologies, que identifica todas as novas tecnologias desenvolvidas e aplicadas pela Volkswagen visando reduzir o consumo de combustíveis e, consequentemente, diminuir as emissões. As tecnologias BlueMotion contribuem para preservar os recursos energéticos e controlar o aquecimento da atmosfera do planeta.

O nome BlueMotion não é apenas uma designação de uma série ecológica, mas carrega consigo o posicionamento de todo o grupo Volkswagen. Blue, que significa “azul” em inglês, é a cor corporativa da marca e remete aos elementos naturais a serem preservados, como água e ar. Motion, que por sua vez quer dizer “movimento”, incorpora o aspecto dinâmico, da mobilidade voltada para o futuro. O objetivo das tecnologias BlueMotion é proteger os recursos naturais do planeta para as gerações futuras.

Baseada nesse conceito, a empresa foi pioneira no desenvolvimento de veículos com índices reduzidos de consumo e de emissões no País. Lançado em 2009, o Polo BlueMotion foi criado com o objetivo de reduzir em até 15% o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões de gases poluentes. O veículo foi eleito duas vezes "Carro Verde do Ano", uma das principais categorias do prêmio “Carro do Ano” da revista AutoEsporte, nas edições de 2010 e 2012.

Comparado a outros concorrentes disponíveis no mercado brasileiro, o hatch teve o melhor desempenho nas avaliações de consumo e emissões de gases no ambiente. O modelo conta com pneus de menor resistência à rolagem, marchas mais longas e alterações na aerodinâmica da carroceria. No processo produtivo, são usadas fibras naturais, carpetes de fibra de PET reciclado e isolamentos acústicos fabricados com sobras de tecido.

Lançado em 2010, o Gol Ecomotion traz um pacote de itens diferenciados que reduz seu consumo de combustível em 10%. Entre eles estão pneus de baixa resistência de rolagem, amortecedores recalibrados e transmissão modificada com diferencial alongado em 6,8%. O Modelo conta também com um mostrador no painel de instrumentos indica ao motorista a melhor forma de dirigir para economizar combustível. São utilizadas ainda fibras de PET reciclado nos tapetes do assoalho, do porta–malas, nos revestimentos das caixas de rodas e no assoalho. A Volkswagen também recicla 97% de todos os resíduos gerados na produção do modelo. Por essas características, o modelo foi eleito o “Carro Verde do Ano 2011” pela revista AutoEsporte.

Em julho de 2012 foram lançados o Novo Gol e o Novo Voyage com pacote BlueMotion Technologies, que consomem até 8% menos combustível, em relação aos respectivos modelos com o motor 1.0 VHT. Disponível com a nova motorização 1.0l TEC, essa configuração agrega ao Novo Gol e ao Novo Voyage “pneus verdes” nas medidas 175/70 R14, com menor resistência à rolagem, e indicador digital de consumo instantâneo de combustível. O pacote contempla ainda indicador digital de marcha ideal a ser utilizada.

Em 2013, a Volkswagen do Brasil lançou o Fox BlueMotion 2014, que estreia no País o novo motor de três cilindros 1.0l da família EA211. Trata-se do motor mais moderno fabricado pela Volkswagen no Brasil, tanto no que diz respeito ao seu processo de produção quanto aos recursos de que dispõe. Essa combinação promove notável diminuição no consumo de combustível e na consequente emissão de gases. Com o novo motor, o Fox BlueMotion se torna o primeiro Volkswagen para o mercado brasileiro a contar com motor de três cilindros e o modelo mais econômico da marca no Brasil.
Produzido em São Carlos, no interior de São Paulo, o motor EA211 foi desenvolvido segundo critérios de maior eficiência energética e menor consumo de combustível.

O Fox BlueMotion conta com design proposto para maximizar a eficiência aerodinâmica, além de um extenso trabalho de engenharia, que inclui a adoção de um novo radiador e um estudo detalhado do fluxo de ar dentro do capô do carro em movimento, para que a refrigeração do motor não seja comprometida.
A aerodinâmica também foi levada em conta no design das calotas exclusivas do Fox BlueMotion, que provoca menor turbulência ao rodar. Para reduzir a área frontal, que é determinante no desempenho aerodinâmico.
O Fox BlueMotion também adota pneus “verdes”, fabricados com composto e estrutura especiais que diminuem a resistência à rolagem, que influencia no consumo. No painel, além do computador de bordo de série, o carro traz um indicador digital de consumo instantâneo, que ajuda o motorista a guiar de forma mais eficiente. Um indicador sugere o momento mais apropriado para trocar as marchas, para melhor aproveitamento das características do motor, que também foi reprogramado para privilegiar a economia. A relação final da transmissão foi alongada com a mesma finalidade.
Com o novo Fox 1.0l BlueMotion, a Volkswagen amplia a oferta de modelos concebidos com as diretrizes do conceito BlueMotion Technologies no mercado brasileiro. O Fox 1.0l BlueMotion junta-se aos modelos Polo 1.6l BlueMotion, Gol G4 Ecomotion e o Novo Gol e o Novo Voyage equipados com o pacote BlueMotion Technology. Modelos diferentes, de segmentos distintos, com um mesmo propósito: a mobilidade sustentável.

Tecnologia Total Flex

Primeira fabricante a lançar um veículo flexível – o Gol Total Flex 1.6, em março de 2003 – a Volkswagen do Brasil deu os principais passos na consolidação do sucesso da tecnologia flex. Criou também o primeiro motor 1.0 flexível (Fox, em outubro de 2003) e foi a primeira empresa a atingir a totalidade de sua produção nacional com o motor Total Flex.
O motor flexível inaugurou uma nova era no mercado brasileiro, possibilitando ao cliente escolher o combustível mais adequado para seu uso no momento de abastecer e não mais na hora da compra do veículo, como acontecia no passado.
O Gol 1.6 foi o primeiro modelo nacional a receber a tecnologia, em março de 2003. Em agosto do mesmo ano, chegaram ao mercado os modelos Parati e Saveiro, também 1.6, com a nova tecnologia em todas as versões de acabamento.
O Fox, lançado em outubro de 2003, já nasceu com 100% da oferta de motores Total Flex e com uma novidade: a introdução do motor 1.0 flexível. Era o início da popularização e a extensão da tecnologia para todas as faixas de preços de automóveis do mercado brasileiro. Os demais integrantes da família Fox, o CrossFox e o SpaceFox, também chegaram ao mercado somente com opção de motores com flexibilidade de abastecimento.
A linha Polo recebeu a tecnologia em janeiro de 2005. A Kombi ganhou nova motorização no final do mesmo ano, com a substituição do motor 1.6 arrefecido a ar pelo 1.4 Total Flex. Em março de 2006 a Volkswagen do Brasil lançou o Golf 1.6 Total Flex.
Desde junho de 2006, a Volkswagen do Brasil tornou-se a primeira montadora a ter 100% da sua produção nacional de motores com a tecnologia Total Flex, consolidando o sucesso da tecnologia e o pioneirismo da marca.

Mais informações sobre a tecnologia Total Flex

1. Não é verdade que, às vezes, o motor precisa ser abastecido com gasolina para ficar lubrificado. O motor Total Flex é preparado para trabalhar com os dois combustíveis e sua mistura em qualquer proporção.

2. Durante o inverno não é necessário abastecer o Total Flex com gasolina. Vale lembrar que o motor Total Flex possui um reservatório para injeção de gasolina para partidas a frio. O cliente deve manter este tanque abastecido.

3. O cliente pode abastecer seu carro com um combustível diferente do que já está no tanque. Isso não provoca nenhuma alteração no funcionamento.

 4. Não existe a mistura ideal, que combine o combustível de melhor preço com o melhor desempenho do motor Total Flex. O cliente deve avaliar qual o melhor combustível a ser utilizado, levando em conta a maneira como usa o veículo e o preço dos combustíveis em sua região.

5. Quando a diferença de preço entre o etanol e a gasolina for igual ou superior a 70%, é mais conveniente abastecer com etanol.

6. Com veículos Flex deve se tomar os mesmos cuidados quanto à adulteração de combustível.

7. A durabilidade do veículo Total Flex não se altera se o plano de manutenção for seguido adequadamente.

8. A tecnologia Total Flex não é somente uma “chipagem” do motor. Os motores Total Flex recebem várias modificações que o protegem contra corrosão e desgaste prematuros, além de adaptação de pressão de injeção, velas, velocidade e capacidade de memória da unidade de controle, etc.

9. A tecnologia Total Flex foi desenvolvida no Brasil e tem boa aceitação aqui por causa das condições apropriadas para a produção de álcool e da infra-estrutura de abastecimento já montada. Ela pode não ser sustentável em outros países do mundo.

10. O tempo de partida quando o carro está abastecido com etanol será diferente do tempo de partida quando o carro está abastecido com gasolina.

 
 
 
 
 
   

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